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terça-feira, 21 de junho de 2011

Saiba o que é um ensaio de boudoir na fotografia de casamento

Foto de Fernanda Marques
Boudoir é a fotografia de noivas em poses sensuais durante os preparativos para a cerimônia. Estilizados, os books são entregues aos noivos na noite de núpcias.

No exterior esse tipo de ensaio já existe, mas no Brasil ele está começando agora. Fernanda Marques é uma fotógrafa que se especializou no tema.

No dia 16/JUN/11 ela foi entrevistada no Programa do Jô e poderá ser visto no Youtube ou no blog da fotógrafa.

Para ver os programas acesse:
Parte 1 - http://youtu.be/N30V36Mc9Vc
Parte 2 - http://youtu.be/7pZ_A5j2UIE 

Blog da Fernanda Marques:
http://rffotoarte.wordpress.com/

quarta-feira, 30 de março de 2011

Saiba o que é e-session, fotojornalismo, foto divertida e day after na fotografia de casamento

Foto: Rejane Wolf
E-session

O que é
Abreviatura de “engagement session”, ou sessão de fotos do noivado, em inglês. Como por aqui nem todo mundo fica noivo antes de se casar, o termo se refere a um ensaio fotográfico descontraído, feito antes do casamento.
Como se faz
Os noivos escolhem um estilo ou local e são fotografados em alguns ambientes que remetam ao tema. Vale praia, cidade, a faculdade onde se conheceram, pontos turísticos e outros locais curiosos, como estádios de futebol, mercadões e grandes avenidas.
Dica
“É bacana incluir elementos que façam parte da vida do casal, como hobbies ou lembranças que marcaram sua história”, diz Rejane Wolff. “Teve um casal que se conheceu em um forró. Clicamos os dois em meio a CDs do gênero e aparelhos de som. Já outro adorava frequentar bares, então a sessão incluiu algumas fotos em um boteco, bebendo cerveja naquele copo típico”.
Quem faz
Rejane Wolff: www.rejanewolff.com.br

Foto: Gerson Paes/Alfa Foto
Fotojornalismo

O que é
As fotos posadas saem de cena e dão lugar a um registro mais natural do casamento (clique ao lado para ver galeria).
Como se faz
O fotógrafo precisa estar atento a todos os detalhes do casamento para registrar os momentos mais importantes e memoráveis. Quando mais natural ficarem as fotos, melhor.
Dica
Combine com o fotógrafo os cliques que ele não pode perder: o olhar do noivo no momento em que a porta da igreja se abre, o beijo no altar, as daminhas dançando na festa ou uma chuva de arroz na saída do altar. “Peça para quem está organizando a festa informar o profissional sobre todo o itinerário. Se não, ele pode parar para tomar uma água ou ir ao banheiro bem na hora e, se ninguém avisar, perde o momento”, diz Gerson Paes, da Alfa Foto.
Quem faz
Anna Quast: www.annaquast.fot.br
De Paula Fotografias: www.depaulafotografias.com.br
Alfa Foto: www.alfafoto.com.br

Foto: Gabriela Butcher
Foto divertida

O que é
Um registro para incentivar a expressão da alegria e descontração dos noivos e convidados, que são chamados a fotografar a cerimônia ou a posar e deixar recados para os noivos em cabines especiais (clique ao lado para ver galeria).
Como se faz
Existem várias opções para fazer uma cobertura divertida do casamento. Uma delas é deixar câmeras descartáveis nas mesas dos convidados com um bilhete incentivando-os a registrar a cerimônia. Também se pode usar uma cabine fotográfica ou uma lousa.
Dica
Ofereça adereços como perucas, bigodes, chapéus e outros elementos que ajudem os convidados a revelarem seu lado mais descontraído. “Além de servirem como registro, estas fotos animam as celebrações”, diz Gabriela Butcher, da Dia Positivo.
Quem faz
Fotocabine: www.fotocabine.com.br
Foto-recado/Dia Positivo: http://diapositivo.wordpress.com

Foto: Marcelo Andrade
Day after

O que é
Ensaio fotográfico com os recém-casados no dia seguinte ao casamento ou na volta da lua de mel (clique ao lado para ver galeria).
Como funciona
É uma versão light do Trash The Dress, explica El Grego. “Apesar de, geralmente, acontecerem ao ar livre, neste caso não é preciso sujar o vestido”, diz. É uma boa opção para conseguir cliques estilosos com os trajes, já que, no dia do casamento, o tempo dos noivos e as opções de cenários são limitados.
Dica
Preferem deixar para fazer o ensaio na volta da lua de mel? Neste caso, deixem de lado os trajes de noivos e incorporem elementos que remetam ao grande dia, como a lembrancinha, por exemplo.
Quem faz
Jorge Scherer Fotógrafos: www.jorgescherer.com
El Grego: www.elgrego.net

Para ver a matéria na íntegra acesse:

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cherish the Dress, mais uma novidade em fotografia de casamento

Foto de Chris Hanley
Depois do "Trash the Dress" - nos quais as noivas fazem sessões fotográficas pós-casamento durante as quais seus vestidos são detonados - a novidade agora é o "Cherish the Dress", uma sessão que, ao contrário da anterior, mantém os vestidos preservados, bem cuidados, sem destruí-los. A palavra cherish significa carícia, cuidado extremo, afago, zelo.

A ideia é do fotógrafo inglês Chris Hanley. São sessões com editoriais chiques e divertidos porém sem as noivas terem que pular, correr ou se jogar na água. As imagens tem um toque fashion e os vestidos aparecem limpos e secos. Como locação para as imagens, Hanley utiliza hotéís e locais glamourosos.

Para conhecer mais do trabalho acesse:

Para ver o site do fotógrafo acesse:

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Conheça o Street Wedding de Everton Rosa

Foto de Everton Rosa
Se você gosta de fotografia de casamento veja que bacana o site Street Wedding do fotógrafo Everton Rosa.

No site você poderá assistir aos programas de televisão que Everton produziu para a TV COM, uma afiliada à Rede Globo do Rio Grande do Sul. Em São Paulo alguns programas foram veiculados pela Band. Os programas mostram o trabalho do profissional nas ruas, em sessões de fotos com noivos, que ele batizou de Street Wedding. As fotos são feitas em praças, museus, praias... com os noivos devidamente trajados com suas roupas de casamento, em produções modernas e estilosas, sem a destruição do vestido como no Trash the Dress.

O site oferece também para venda 4 DVDs que ensinam como fazer um Street Wedding. Qualquer fotógrafo pode comprar, fazer uma sessão, encadernar o material e enviar para eles que - caso o material seja aprovado - o profissional poderá se transformar num fotógrafo associado.

Para ver os programas veiculados e saber mais acesse:

Visite também o site do fotógrafo:

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fotógrafo de casamento é condenado a indenizar noiva

Vejam o que aconteceu no Rio Grande do Sul:

"Aconteceu em Campo Bom, no Rio Grande do Sul. A Bless Fotografia e Eventos foi condenada a indenizar em 5 mil reais uma noiva que contratou a empresa para o seu casamento. Motivos: atraso de 50 minutos após iniciada a cerimônia e entregar as fotos com defeitos de iluminação e foco. Não foi tudo: exigiu que o contrato fosse cumprido, ou seja, receber, em até 30 dias, as 50 fotos em tamanho 15x21, mais o CD com as demais imagens do casamento. A decisão em primeira instância foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Fiquem atentos, fotógrafos de casamento!"

Fonte:
Revista Photos & Imagens
Edição #75 Ano 12 Pág. 22 Sessão Flash

Trash the Dress - Você sabe o que é isso?

Foto de Jared Windmüller
Gabriela Metzker do BOL Notícias escreveu:

"A ideia de estragar o vestido de noiva parece impensável para você? Pois saiba que essa é uma tendência que está começando a se difundir pelo Brasil. O "Trash the Dress" é uma proposta de ensaio fotográfico decasamento em que não existe preocupação com o vestido. A noiva pode rolar na areia, entrar na água, deitar no chão, enfim, ficar bem à vontade para a sessão de fotos, que acontece dias depois da cerimônia ou da lua-de-mel.

Pela tradução literal, "Trash the Dress", de origem norte-americana, seria "jogar o vestido no lixo", porém a versão da proposta adotada no Brasil não costuma ser radical ao ponto de não sobrar nada do modelito. "Somos mais flexíveis; a noiva não destrói o vestido, apenas não tem medo de sujar e molhar", explica o fotógrafo Jared Windmüller, um dos primeiros a trabalhar com a tendência no Brasil. "Quer sujeira pior do que aquela da barra do vestido depois de arrastá-lo pelo salão?", brinca o profissional de Florianópolis (SC).

Evandro Rocha, fotógrafo que trabalha com o "Trash the Dress" no interior de São Paulo, também acredita que o ensaio agride menos o vestido do que a própria festa e garante que é possível fazer as fotos com vestido alugado. "Dá impressão que vai destruir a roupa, mas na prática não é isso o que acontece", diz o profissional. Uma das clientes de Rocha assina embaixo: "Meu vestido ficou bem sujo porque a água da cachoeira onde fotografamos tinha muito barro, mas nada que o sistema de lavagem não resolvesse", conta Karina Ferreira Castilho, de São José do Rio Preto (SP). Ela diz que a loja onde alugou o vestido sabia do ensaio e inclusive a autorizou a ficar com a peça por mais tempo, pois o "Trash the Dress" foi realizado quase um mês depois do casamento.

No entanto, Anderson Miranda, fotógrafo pioneiro no estilo no Brasil, esclarece que muitas vezes os estabelecimentos de locação não simpatizam com a proposta, já que não existe garantia de que a peça voltará perfeita. "A ideia do ensaio é colocar o vestido em risco. A noiva não pode se preocupar com isso; ela tem que desencanar", explica. Porém Miranda também acredita que a festa pode ser muito mais "destrutiva" que a própria sessão fotográfica.

Como é realizado

O "Trash the Dress" exige uma certa ousadia tanto da noiva quanto do noivo, que também participa das fotos com a roupa usada no casamento, por isso quem topa fazer o ensaio precisa estar disposto a se soltar. “O resultado depende muito do casal, da empolgação”, explica Jared Windmüller. "O fotógrafo tem que interagir com o casal desde o começo, deixá-lo bem à vontade", complementa.

"É preciso driblar a tensão, a insegurança e a timidez do casal, transformando a sessão fotográfica numa grande diversão", afirma Anderson Miranda, que realizou o primeiro ensaio "Trash the Dress" no Brasil em agosto de 2008, depois de estudar o conceito nos Estados Unidos.

O local escolhido para o ensaio deve permitir, de preferência, ambientes variados e inusitados. Uma praia com mata, por exemplo, ou uma fábrica abandonada com um lago por perto. O elemento água é importante, pois, em geral, o "Trash the Dress" termina com o vestido molhado.

Na opinião de Evandro Rocha, as fotos devem ter uma atmosfera obscura, por isso é importante utilizar iluminação e filtros adequados, bem como escolher um cenário exótico e fora do convencional. "Não é legal fazer num lugar bonitinho. Um bosque com flores coloridas e cerquinha de fazenda não serve. O melhor é no mato, com árvores caídas, folhas secas", explica o fotógrafo.

Quem prefere um ensaio mais delicado ou não quer molhar o vestido pode aderir a uma versão "mais light": o "The Day After". Segundo o fotógrafo El Grego, que mora há cinco anos no Brasil, esse estilo é muito comum na Europa. "No 'Trash the Dress' americano, a noiva destrói o vestido, mas com glamour, num ambiente dramático e com água. Já no 'The Day After', o casal é fotografado depois do casamento num local que combine com seu estilo", diz o profissional.

El Grego revela que procurou juntar essas duas tendências no Rio de Janeiro, fazendo fotos tanto na praia (sem a necessidade de entrar no mar) quanto em locais alternativos, como embaixo do túnel ou na favela. O fotógrafo conta que até já acompanhou os noivos na lua-de-mel: "Eles queriam registrar os momentos logo após o casamento e nossa equipe acompanhou a viagem durante três dias".

O resultado final do "Trash the Dress" e do "The Day After" costuma ser apresentado num álbum de fotos separado, complementar ao álbum de casamento, em formato de fotolivro. Quem já casou mas ainda guarda o vestido de noiva também pode aderir à ideia. 

Dicas de noivas

Maria Carolina Torres Bodewig, que mora nos Estados Unidos mas realizou a cerimônia de casamento no Brasil, diz que o mais importante no "Trash the Dress" é se divertir: "É uma experiência única, você é o centro das atenções e nem percebe. Passa muito rápido porque a gente simplesmente se diverte".

Ela se casou em 1º de novembro deste ano em Salvador (BA) e fez o "Trash the Dress" no outro dia, com o fotógrafo Jared Windmüller. "Como ele veio de Santa Catarina para fotografar a cerimônia, fizemos o ensaio logo no dia seguinte no pelourinho e depois na praia", conta a baiana moradora de Las Vegas.

E como será que ficou o vestido depois de subir a ladeira, rolar na areia e mergulhar no mar? "Perfeito. Não tive dó em momento algum, mesmo sendo um vestido único, pintado a mão. Mandei para a lavanderia e ficou novo", conta Maria Carolina.

Essa, aliás, também é a dica de Karina Castilho, que fez o ensaio numa cachoeira próxima a São José do Rio Preto (SP) com o fotógrafo Evandro Rocha. "Não tenha pena do vestido", diz a noiva. O espírito aventureiro é outro quesito que contribui com o resultado: "Estava frio, o lugar não tinha estrututura, banheiro, me troquei no meio do canavial, fiquei andando com o vestido pelo matagal até chegar à cachoeira, mas valeu muito a pena".

Contatos
Anderson Miranda -
http://www.trashthedress.com.br/ - Valor*: R$ 3.500
El Grego -
http://www.elgrego.net/ - Valor*: R$ 1.200 ("The Day After")
Evandro Rocha -
http://www.evandrorocha.com.br/ - Valor*: R$ 1.800
Jared Windmüller -
http://www.jaredwindmuller.com/ - Valor*: R$ 1.800

* Os preços referem-se ao valor mínimo do ensaio apresentado em fotolivro e podem variar de acordo com o número de páginas, o formato e a locação escolhida para as fotos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Inspire-se! Veja 105 boas fotografias de casamento

Foto de Kaká Rodrigues
Se você se interessa por fotografia de casamento ou está precisando buscar inspiração, dê uma olhada no "Ensaio "de revista" - Conheça as novas tendências da fotografia de casamento", um slideshow composto por 105 fotografias publicado no UOL Estilo Photos.
Há fotos de Kaká Rodrigues, Luiz Marques, Nelson Alves Jr (do Foco Estúdio), Renata Xavier, Juliano Godoi, Vinicius Matos, Daniela Picoral, Danilo Siqueira, Edna Froes, Evandro Rocha e Jared Windmüller.

Acesse:

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Igrejas vêem na fotografia de casamento uma forma de aumentar suas receitas

Você sabia que se você quiser ser fotógrafo de casamento vai ter que pagar uma taxa para seu nome aparecer na lista de prestadores de serviço que a própria igreja oferece para os noivos?

Segundo matéria que saiu no jornal a Folha de São Paulo, de março de 2010, para atuar na Nossa Senhora do Brasil paga-se R$ 2.000,00 por ano para entrar na lista e mais R$ 200,00 por casamento em que atuar. Essas taxas são cobradas como "doações" e os recibos são assim emitidos.

Claro que os fotógrafos embutem essas taxas nos seus orçamentos, o que eleva o preço do serviço. Mesmo pagando a taxa há o risco do seu serviço não ser contratado, já que há outros profissionais nessa lista. Com isso muitos fotógrafos "alugam" seus horários para colegas de profissão, gerando um mercado paralelo. E quem não aceitar essas regras fica impedido de trabalhar, recebendo inclusive ameças.

Segundo a fotógrafa de casamento Luciana Cattani, essa prática abusiva, definida como venda casada, fere o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor que diz que cada cliente é livre para escolher seus profissionais. Além disso ela diz "doação não tem valor fixo, pois é algo voluntário". 

Entretanto, a igreja acabou vendo no fotógrafo uma maneira de ganhar dinheiro fácil e acabou complicando bastante o ingresso de novos fotógrafos no ramo e elevando os preços.

No jornal A Folha de São Paulo, de março de 2010, saiu uma reportagem no Caderno Cotidiano, assinada por Ricardo Gallo que trata do mesmo assunto. Leia abaixo:

"Gisele (nome fictício), 29, pagou R$ 2.000 para se casar em uma das mais tradicionais igrejas de São Paulo, a Nossa Senhora do Brasil, na avenida Brasil (zona oeste). Ela nem se importou com o preço - muito acima do estabelecido pela própria Igreja Católica -, mas se surpreendeu ao ser informada de que só poderia contratar os serviços de foto e vídeo, entre outros, que a igreja indicasse.
“Tem que ser tudo do livrinho [a lista da igreja]. É um absurdo. Estava quase desistindo de me casar lá, mas a família do meu noivo queria muito”, disse.
Pelas normas da Arquidiocese de São Paulo, a taxa de casamento religioso não pode ser maior que a do civil - R$ 246,30. O preço sobe para R$ 821,00 se o juiz for até o local da cerimônia. Já a imposição ou restrição de serviços ao consumidor é considerada prática abusiva pelo Procon.
As duas situações são corriqueiras nas principais igrejas de São Paulo. A reportagem encontrou ao menos sete igrejas que cobram entre R$ 1.000 e R$ 6.000 pelo casamento. E, em quatro, há lista de fornecedores ou serviços embutidos que os candidatos a noivos são obrigados a contratar.
As igrejas, em geral, dizem que o custo de casamento não supera o que a arquidiocese preconiza. Elas usam um expediente previsto pela arquidiocese que lhes permite incluir no custo do casamento despesas não relacionadas ao rito, como gastos com luz, limpeza e estacionamento. E dizem reverter o que ganham para manutenção e obras sociais.
Na Nossa Senhora do Brasil, onde se casou o piloto Felipe Massa, por exemplo, o preço de R$ 2.000 só vale para 2010. No ano que vem, serão R$ 2.200. São cerca de 30 casamentos por mês, em média.
O guia com os fornecedores credenciados tem, entre outros, serviços de floricultura, foto e vídeo. Para estar no guia, cada prestador de serviço paga R$ 2.000 anuais, mais R$ 200 por casamento em que atuar. Embora a igreja admita que é obrigatório, o pagamento é chamado de “contribuição”.
Outras igrejas disputadas fazem o mesmo. A Perpétuo Socorro (Jardim Paulistano) e a Cruz Torta (Alto de Pinheiros) também mantêm “livrinhos” que obrigam o casal a contratar determinados serviços. Em seu site, a Cruz Torta informa que empresas não credenciadas podem prestar serviço de foto, filmagem e decoração, se os noivos quiserem - desde que paguem R$ 1.300 cada uma.
Com o preço mais alto entre os templos consultados (R$ 6.000), o Mosteiro de São Bento disse que o valor inclui outros serviços, como o profissional responsável pelo órgão e assessoria cerimonial. O mosteiro permite contratação de prestadores de serviço de fora."

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Existe alguma lei que impeça tirar fotos de casamento em cartório?

05/10/10 - Paty perguntou:
Olá Beth...existe alguma lei que impeça de tirar foto no momento da celebração dentro do cartorio civil...estou iniciando nesse ramo, com uma camera digital básica, minha prima ñ tinha condição de pagar o fotografo que estava lá e este me impediu, sem dar a minima satisfação, para ñ pertubar o ambiente e por ñ conhecer os meus direitos, fiquei calada, ñ consegui nenhuma informação do cartorio em relação á tal atitude, de forma que peço uma orientação em relação a isso para que ñ ocorra mais alguma situação desagradavél como á que passei, caso esteja errada...um abraço
Mônica respondeu:
Paty, se tem fotógrafo pelo cartório é bem provável que possa!
No casamento da minha irmã, o motorista da empresa que eu trabalho ficou com a minha máquina e tirou fotos na igreja, praticamente no altar junto com os noivos e os fotógrafos profissionais!
Acho que é só evitar atrapalhar a cerimônia! De resto tire à vontade!
Beth complementou:
Também desconheço. O que sei que há é um acordo entre o dono do cartório e a equipe de fotógrafos para serem exclusivos lá dentro. Mas dizer que você não pudesse fotografar, por lei, o casamento da amiga, realmente acredito que possa. De qualquer forma vale a pena assinalar que a noiva e o noivo deveriam ter visto isso antes, informando ao cartório da presença de um fotógrafo particular.